A
figueira é uma grande mestre. Não importe o que
tenta-se fazer para mata-la, ela derruba suas folhas, definha-se,
chega a amarelecer todas suas folhas, mas se mantém viva.
Dessa pouca vida, é o suficiente para fazer seu alimento,
crescer e se reerguer. Assim como é a figueira, esse espírito
de resiliência deve estar em nosso espírito e sonho.
Se tivermos o orgulho excessivo,
a vitória irá enaltece-la e a derrota irá
quebra-la. A arrogância, deixa as nossas visões incoerentes
com a realidade, centrada no ego próprio. A vaidade, exigirá
ações que levam ao próprio reconhecimento
e infrutíferas do ponto de vista de resultados factíveis.
O instinto e a emoção, impede de ter a convicção
das atitudes necessárias para uma missão estabelecida.
O sofrimento e o tormento, não permite sentirmos a importância
de cada fato e expressar a nossa gratidão. De todas essas
características, todos nós em algum momento temos
devido a natureza humana.
Essas características
é que tornam necessários a resiliência, a
qual é formada em primeiro pela humildade (admitir e reconhecer
os próprios erros), pela sabedoria em discernir o correto,
a compaixão pela importância de cada ser humano e
a ação, sem a prática não há
resultado.
Viver dentro desses princípios,
permitirá a felicidade genuína, através do
sentimento de gratidão em cada fato vivido. Viver desse
modo, também é imprescindível para os sonhadores,
as pessoas com grandes ideais e objetivos.
Todos nós somos grandes
atores no mundo, e nessa empreitada, o caminho será sempre
solitário, pois a decisão final depende exclusivamente
da própria pessoa.
Com grandes objetivos, exige-se
o máximo de nosso talento e empenho, e há um segundo
aspecto que devemos também considerar. Parte do que somos,
é de mérito próprio, do ambiente que vivemos
e de nossa origem. Essa última, rege uma força maior,
pois as qualidades de nossos pais, avós e bisavós
é transmitida entre gerações e faz a evolução
de uma família.
Entender nossa missão
de vida tem como parte, o compreendimento da missão de
nossos antepassados. Com o que somos e nossa origem, nos forma
a convicção da razão de nossa existência,
e torna-se como um fator motivador para a resiliência.